Procuramos sobretudo porcelana Vista Alegre do período manual (1824-1922), com marcas em azul, verde ou vermelho, dourados finos, pintura à mão de temas florais, paisagens ou cenas eruditas. Aparelhos completos, jarrões grandes e peças de encomenda especial atingem valores muito elevados.
No campo da Companhia das Índias, procuramos porcelana chinesa de exportação encomendada por famílias portuguesas nos séculos XVIII e XIX: pratos armoriados, saladeiras, terrinas, chávenas trembleuse e serviços de mesa em azul e branco, Imari, famille rose ou famille verte. Peças com armas portuguesas identificáveis valem várias vezes mais.
Compramos ainda porcelana europeia de fábricas históricas — Meissen, Sèvres, Limoges, Rosenthal, KPM Berlim, Capodimonte, Nymphenburg — e porcelana oriental japonesa (Imari, Satsuma, Kutani) e chinesa (Kangxi, Qianlong, Cantão), com marcas de reinado e assinaturas de pintor.
Na faiança portuguesa antiga, procuramos faiança do Rato, faiança de Lisboa com brasões, produções da Fábrica Viúva Lamego, Sacavém, Miragaia, e cerâmica de Bordalo Pinheiro (Caldas da Rainha) — figurinhas naturalistas, folhas de couve, serviços zoomórficos e peças assinadas. Damos especial atenção aos pratos do Rato, reconhecíveis pela faiança azul e branca, brasões, aves e ramagens dos séculos XVIII e XIX, e àspeças de Estremoz — figuras de barro pintadas à mão, santos, soldados e cenas populares com patina de época.
As peças de José Franco e Rosa Ramalho são cada vez mais procuradas no mercado de antiguidades. As aldeias miniatura, ofícios e figuras rurais de José Franco, e as personagens expressionistas, santos e animais de Rosa Ramalho, têm valor crescente, especialmente quando antigas, assinadas, datadas ou acompanhadas de documentação. Compramos ainda as figurinhas de Estremoz.
Compramos peças isoladas, aparelhos completos, vitrinas herdadas e coleções inteiras de porcelana, faiança e barro antigo, sempre com a maior discrição e pagamento imediato.