Compramos porcelanas, faianças e barro antigo em Lisboa e arredores

A Casa Visconde é referência na compra de porcelanas, faianças e barro antigo em Lisboa. Compramos porcelanas, faianças e barro antigo, desde peças isoladas a aparelhos, vitrinas, coleções e conjuntos provenientes de heranças e recheios de casa.

Adquirimos peças de porcelana portuguesa e estrangeira — Vista Alegre, Companhia das Índias, Meissen, Sèvres, Limoges, Rosenthal, Capodimonte, Imari, Satsuma e Cantão — faiança portuguesa antiga de Lisboa, Rato, Viúva Lamego, Sacavém, Miragaia e Bordalo Pinheiro (Caldas da Rainha), incluindo os célebres pratos do Rato, e ainda cerâmica popular de barro como as figuras de Rosa Ramalho, as miniaturas de José Franco e as peças de Estremoz, do século XVII ao início do século XX.

Se herdou uma vitrina, um aparelho de mesa, uma coleção de pratos heráldicos, uma jarra de família ou um conjunto de figuras de barro, traga-nos as peças ou envie fotografias. Cada objeto é analisado com rigor — fábrica, marca, época, autor, técnica e proveniência — para uma eventual compra.

Compramos peças isoladas, aparelhos completos, vitrinas herdadas e coleções inteiras de porcelana, faiança e barro antigo, sempre com a maior discrição e pagamento imediato.

MAIS DE 40 ANOS DE EXPERIÊNCIA
PAGAMENTO IMEDIATO
CONHECIMENTO ESPECIALIZADO
TOTAL DISCRIÇÃO

O QUE COMPRAMOS

Tipos de porcelana, faiança e barro que compramos

De Vista Alegre à Companhia das Índias, de aparelhos de chá a jarrões orientais, faiança portuguesa antiga, peças de Estremoz e cerâmica popular — conheça algumas das principais categorias que procuramos.

Vista Alegre

Vista Alegre

Peças antigas da Real Fábrica da Vista Alegre, fundada em 1824. Damos especial atenção às produções do período manual (1824-1922), com marca pintada à mão, dourados finos, pintura de flores, paisagens e temas eruditos. Jarrões, aparelhos completos, pratos de parede e peças de encomenda especial atingem valores muito elevados em leilão.

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Caldas da Rainha e Bordalo Pinheiro

Caldas da Rainha e Bordalo Pinheiro

Faiança das Caldas da Rainha do século XIX e início do XX, com destaque para a obra naturalista de Rafael Bordalo Pinheiro — folhas de couve, travessas de peixe, terrinas zoomórficas (lagosta, peru, coelho), figuras de andorinha, sapo e rã. Damos especial valor a peças marcadas, assinadas ou de produção rara, em bom estado de conservação.

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Companhia das Índias

Companhia das Índias

Porcelana chinesa de exportação encomendada por famílias portuguesas: pratos, saladeiras, terrinas e chávenas em azul e branco, Imari, famille rose e famille verte. As peças armoriadas — com brasões e monogramas portugueses — atingem valores muito elevados.

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Ratinho — Pratos Antigos Portugueses

Ratinho — Pratos Antigos Portugueses

Os chamados pratos do Rato são peças de faiança portuguesa dos séculos XVIII e XIX, produzidos nas oficinas do Rato em Lisboa e noutras fábricas nacionais. Pratos, travessas, saladeiras e chávenas em azul e branco, com brasões, aves, ramagens e cenas populares, são muito procurados por coleccionadores. Damos especial valor a peças antigas, marcadas, com monogramas de família ou atribuídas a mestres faiançeiros.

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Peças de Estremoz

Peças de Estremoz

As figurinhas e peças de Estremoz são um dos mais antigos e prestigiados exemplos de cerâmica popular portuguesa, com raízes no século XVI e reconhecimento internacional. Compramos figuras de barro pintado à mão — santos, soldados, músicos, casais, animais, presépios e cenas tradicionais — bem como peças de maiolica e faiança de Estremoz dos séculos XVIII e XIX. Damos especial valor a exemplares antigos, assinados, com boa policromia, patina de época e proveniência documentada. Figuras de mestres oleiros e conjuntos completos atingem valores significativos no mercado de antiguidades.

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Porcelana Oriental Antiga

Porcelana Oriental Antiga

A porcelana oriental antiga tem enorme procura no mercado internacional. Compramos jarrões, pratos e taças chineses de reinado — Kangxi, Yongzheng, Qianlong, Cantão, famille rose e famille verte — e porcelana japonesa Imari, Satsuma e Kutani dos séculos XVIII e XIX. Pares de grandes jarrões, peças com marca de reinado, assinadas ou de proveniência conhecida podem atingir valores excepcionais em leilão.

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Rosa Ramalho

Rosa Ramalho

Rosa Ramalho (1888-1977), natural de Galegos São Martinho, Barcelos, é uma das figuras maiores da cerâmica popular portuguesa. A sua obra, moldada em barro vidrado, distingue-se pelo carácter expressionista e quase visionário — diabos, sereias, músicos, santos, animais fantásticos e figuras rurais com feições marcantes e olhar penetrante. Descoberta nos anos 50 e reconhecida internacionalmente, as peças assinadas "Rosa Ramalho" têm hoje forte procura em coleccionismo e leilão. Compramos peças originais, assinadas ou atribuídas, bem como conjuntos e obras da sua descendência (Júlia Ramalho, Ana Baraça) em bom estado de conservação.

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Peças de Sacavém

Peças de Sacavém

A Fábrica de Loiça de Sacavém, fundada em 1856 e ativa até 1994, foi uma das mais importantes produtoras de faiança portuguesa. Compramos peças antigas de Sacavém — pratos, travessas, terrinas, jarras, saladeiras e serviços — com destaque para a produção do século XIX e início do XX, com decoração estampada a preto, azul ou policromada, motivos ingleses, paisagens, cenas românticas, brasões e ramagens. Damos especial valor a peças marcadas com "Sacavem" ou "Fábrica de Loiça de Sacavém", séries antigas, aparelhos completos e exemplares raros em bom estado de conservação.

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José Franco

José Franco

José Franco (1920-2009), mestre oleiro do Sobreiro (Mafra), é autor de uma das obras mais originais da cerâmica popular portuguesa. Ficou célebre pela "Aldeia Típica" do Sobreiro — reconstituição em barro e à escala real da vida rural portuguesa — e pelas suas miniaturas de ofícios, carroças, moinhos, presépios e figuras do quotidiano camponês, modeladas em barro cozido de tom terra. Compramos peças antigas assinadas ou marcadas "José Franco – Sobreiro", presépios completos, conjuntos de miniaturas de ofícios e figuras avulsas em bom estado. Peças mais antigas, de grande dimensão ou temas raros atingem os melhores valores.

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PROCESSO SIMPLES

Como vender as suas porcelanas, faianças e barro antigo

Contacto, análise, proposta e pagamento — quatro passos simples para vender as suas peças à Casa Visconde.

1. Contacto

Ligue-nos ou envie fotografias por WhatsApp. Sempre que possível, fotografe a peça na totalidade, a marca existente no fundo, decoração, danos e outros detalhes relevantes.

2. Análise

Analisamos as fotografias e os principais elementos de identificação, como fábrica, época, marca, decoração, estado de conservação, raridade e interesse atual no mercado.

3. Proposta

Quando existe interesse de compra, apresentamos uma proposta. Para coleções, vitrinas ou conjuntos de maior dimensão, podemos combinar uma deslocação para observar as peças presencialmente.

4. Pagamento

Após acordo, a compra e o pagamento podem ser efetuados de imediato, em numerário ou por transferência bancária, consoante o acordado com o vendedor.

PEÇAS PROCURADAS

Porcelana, faiança e barro com valor histórico

Procuramos sobretudo porcelana Vista Alegre do período manual (1824-1922), com marcas em azul, verde ou vermelho, dourados finos, pintura à mão de temas florais, paisagens ou cenas eruditas. Aparelhos completos, jarrões grandes e peças de encomenda especial atingem valores muito elevados.

No campo da Companhia das Índias, procuramos porcelana chinesa de exportação encomendada por famílias portuguesas nos séculos XVIII e XIX: pratos armoriados, saladeiras, terrinas, chávenas trembleuse e serviços de mesa em azul e branco, Imari, famille rose ou famille verte. Peças com armas portuguesas identificáveis valem várias vezes mais.

Compramos ainda porcelana europeia de fábricas históricas — Meissen, Sèvres, Limoges, Rosenthal, KPM Berlim, Capodimonte, Nymphenburg — e porcelana oriental japonesa (Imari, Satsuma, Kutani) e chinesa (Kangxi, Qianlong, Cantão), com marcas de reinado e assinaturas de pintor.

Na faiança portuguesa antiga, procuramos faiança do Rato, faiança de Lisboa com brasões, produções da Fábrica Viúva Lamego, Sacavém, Miragaia, e cerâmica de Bordalo Pinheiro (Caldas da Rainha) — figurinhas naturalistas, folhas de couve, serviços zoomórficos e peças assinadas. Damos especial atenção aos pratos do Rato, reconhecíveis pela faiança azul e branca, brasões, aves e ramagens dos séculos XVIII e XIX, e àspeças de Estremoz — figuras de barro pintadas à mão, santos, soldados e cenas populares com patina de época.

As peças de José Franco e Rosa Ramalho são cada vez mais procuradas no mercado de antiguidades. As aldeias miniatura, ofícios e figuras rurais de José Franco, e as personagens expressionistas, santos e animais de Rosa Ramalho, têm valor crescente, especialmente quando antigas, assinadas, datadas ou acompanhadas de documentação. Compramos ainda as figurinhas de Estremoz.

Compramos peças isoladas, aparelhos completos, vitrinas herdadas e coleções inteiras de porcelana, faiança e barro antigo, sempre com a maior discrição e pagamento imediato.

Categorias que mais valorizamos

  • Vista Alegre séc. XIX
  • Companhia das Índias
  • Porcelana armoriada
  • Meissen e Dresden
  • Sèvres e Limoges
  • Aparelhos de chá
  • Serviços de mesa
  • Terrinas e travessas
  • Figurinhas Meissen
  • Grupos Capodimonte
  • Jarrões orientais
  • Imari e Satsuma
  • Kangxi e Qianlong
  • Porcelana de Cantão
  • Pratos do Rato
  • Peças de Estremoz
  • Viúva Lamego
  • Bordalo Pinheiro
  • Sacavém e Miragaia
  • José Franco
  • Rosa Ramalho
  • Figurinhas de Estremoz
  • Peças de Sacavém antigas

CONHECIMENTO ESPECIALIZADO

História e valor das porcelanas, faianças e barro antigo

A porcelana chegou à Europa pelas mãos dos portugueses no século XVI, quando as naus da Carreira da Índia trouxeram as primeiras peças chinesas de Jingdezhen. Ao longo dos séculos XVII e XVIII, a Companhia das Índias encomendou milhares de serviços armoriados com brasões de famílias nobres portuguesas, hoje podem ser particularmente procurados por coleccionadores e museus.

Em Portugal, a Real Fábrica da Vista Alegre, fundada em 1824 por José Ferreira Pinto Basto, tornou-se o principal centro produtor nacional. As peças do período manual — entre 1824 e 1922 — apresentam marcas pintadas à mão, decoração de qualidade museológica e podem despertar maior interesse em leilão. As iniciais dos pintores, quando presentes, podem ter maior relevância comercial.

As fábricas europeias — Meissen (desde 1710), Sèvres, Limoges, Capodimonte, Nymphenburg, KPM Berlim — desenvolveram estilos próprios, com esmaltes característicos, dourados ricos e marcas que permitem datar cada peça. O valor pode variar significativamente consoante a autenticidade, antiguidade, raridade, decoração, estado de conservação, proveniência, marca e procura atual no mercado.

A porcelana oriental de exportação — Imari e Satsuma japonesas, Cantão e Kangxi chinesas — foi profundamente adotada nas casas portuguesas dos séculos XVIII e XIX. Grandes jarrões de par, pratos decorativos, saladeiras e serviços de mesa podem revelar maior interesse colecionista.

O valor de uma porcelana depende de vários factores: fábrica, época, raridade do modelo, qualidade da pintura, estado de conservação, existência de par, marca legível e proveniência documentada. O valor pode variar significativamente consoante a autenticidade, antiguidade, raridade, decoração, estado de conservação, proveniência, marca e procura atual no mercado.

Os aparelhos completos de mesa, chá e café podem ter maior relevância comercial como conjunto do que como peças avulsas. Serviços com bule, chocolateira, açucareiro, leiteira e chávenas em bom estado, com marcas correspondentes, podem ser particularmente procurados por coleccionadores e decoradores.

A faiança portuguesa ocupa lugar central no património cerâmico nacional. A Fábrica do Rato (1767-1835) marcou o gosto pombalino com peças refinadas e brasonadas, incluindo os célebres pratos do Rato; Viúva Lamego, Sacavém e Miragaia produziram grande variedade de peças utilitárias e decorativas no séc. XIX; e Bordalo Pinheiro, nas Caldas da Rainha, criou obra naturalista assinada de valor internacional. As peças de Estremoz, com as suas figurinhas de barro pintado à mão, são um dos mais antigos e reconhecidos exemplos de arte popular portuguesa, podendo despertar maior interesse em coleccionismo e museus.

As peças de José Franco e Rosa Ramalho representam o melhor da cerâmica popular portuguesa. As aldeias miniatura, ofícios e cenas rurais de José Franco, e as figuras expressionistas, santos e animais de Rosa Ramalho, podem revelar maior interesse colecionista a nível nacional e internacional. O valor depende da autenticidade, idade, estado, dimensão e raridade do motivo.

A análise do barro antigo exige atenção à pasta, ao tipo de cozedura, às marcas de fabrico e à autenticidade da peça. Figuras antigas de Rosa Ramalho, conjuntos temáticos de José Franco e peças de Estremoz podem despertar maior interesse entre coleccionadores e museus, especialmente quando assinadas, datadas ou atribuídas a mestres reconhecidos.

CONFIANÇA E DISCRIÇÃO

Porque confiar na Casa Visconde

A Casa Visconde acumula mais de 40 anos de experiência na compra de porcelanas, faianças e barro antigo, prata, numismática, militaria, livros raros e obras de arte. O nosso conhecimento especializado permite identificar fábricas, enquadrar épocas, analisar marcas e apresentar propostas de compra ajustadas ao mercado.

Tratamos cada coleção com a maior discrição. Seja uma única peça de família ou uma vitrina completa, garantimos atendimento personalizado, embalamento cuidadoso e transporte seguro. A apreciação inicial das peças apresentadas para eventual compra não tem qualquer custo e as propostas são apresentadas com total transparência.

Se procura um comprador sério de porcelanas antigas em Lisboa, entre em contacto. Podemos analisar inicialmente as peças por fotografia e, quando existe interesse de compra, combinar uma observação presencial. Respondemos no próprio dia e deslocamo-nos pela Grande Lisboa e arredores.

ONDE COMPRAMOS

Onde compramos porcelanas, faianças e barro antigo

Compramos em Lisboa e em toda a Grande Lisboa. Para coleções e conjuntos de particular interesse, podemos também analisar deslocações a outras zonas de Portugal Continental.

Lisboa Cascais Estoril Sintra Oeiras Loures Odivelas Amadora Almada Seixal Setúbal Mafra Torres Vedras

Não encontra a sua localização? Ligue-nos — analisamos a possibilidade de deslocação para outras zonas de Portugal continental.

PERGUNTAS FREQUENTES

Dúvidas sobre venda de porcelanas, faianças e barro antigo

Compram porcelana Vista Alegre antiga?+

Sim. Temos interesse em porcelana Vista Alegre antiga, nomeadamente peças do período manual, serviços, pratos, jarrões e outras produções com marca, decoração e estado de conservação relevantes. Podemos analisar fotografias para verificar eventual interesse de compra.

Compram porcelana da Companhia das Índias?+

Sim. Temos interesse em porcelana chinesa de exportação encomendada para o mercado português, incluindo peças armoriadas, serviços, terrinas, pratos, saladeiras, jarrões e outras peças dos séculos XVIII e XIX.

Compram aparelhos de chá ou serviços incompletos?+

Sim. Compramos serviços de chá, café e mesa completos ou incompletos, mediante análise prévia. Peças avulsas também podem ter interesse, sobretudo quando pertencem a produções ou serviços procurados.

As porcelanas com pequenos defeitos têm valor?+

Podem ter. Fendas, esbeiçadelas, restauros ou outros danos podem reduzir o interesse comercial, mas peças raras ou de particular importância podem continuar a justificar compra. Cada peça é analisada individualmente.

Deslocam-se para comprar coleções em casa?+

Sim. Quando existe interesse de compra, podemos deslocar-nos a Lisboa e arredores para analisar aparelhos completos, vitrinas ou coleções e apresentar uma proposta.

Pagam de imediato pelas porcelanas?+

Sim. Após acordo, o pagamento é efetuado no momento da compra, em numerário ou por transferência bancária, consoante o acordado com o vendedor.

Compram porcelana oriental — Imari, Satsuma, Cantão?+

Sim. Temos interesse em porcelana chinesa e japonesa antiga, incluindo Imari, Satsuma, Kutani, Cantão e outras produções orientais, dependendo da antiguidade, qualidade, marca, estado de conservação e procura.

Compram coleções inteiras ou vitrinas completas?+

Sim. Compramos coleções completas, vitrinas, aparelhos e conjuntos provenientes de heranças ou coleções particulares. Para conjuntos de maior dimensão podemos combinar uma deslocação e apresentar uma proposta global ou por lotes.

Compram faiança portuguesa antiga?+

Sim. Compramos faiança portuguesa antiga de Lisboa, Rato, Viúva Lamego, Sacavém, Miragaia, Bordalo Pinheiro e outras produções históricas, dependendo da antiguidade, raridade, decoração e estado.

Compram barro antigo e cerâmica popular?+

Sim. Compramos barro antigo e cerâmica popular portuguesa, incluindo figuras de Rosa Ramalho, peças de José Franco, figurado de Estremoz e outras produções de interesse histórico ou colecionista.

Quanto valem as peças de Rosa Ramalho e José Franco?+

O valor varia consoante a autenticidade, antiguidade, autoria, dimensão, estado de conservação, raridade do motivo e proveniência. Peças antigas, assinadas, documentadas ou de modelos particularmente procurados podem ter maior interesse. Cada peça é analisada individualmente para eventual compra.

Compram pratos do Rato e peças de Estremoz?+

Sim. Temos interesse em faiança antiga do Rato e em figurado e peças de Estremoz, sobretudo exemplares antigos, marcados, assinados, de boa qualidade ou com proveniência conhecida.

Compram peças de Sacavém e outras faianças portuguesas do século XIX?+

Sim. Compramos peças antigas da Fábrica de Loiça de Sacavém e outras faianças portuguesas históricas, incluindo pratos, travessas, terrinas, jarras, saladeiras e serviços.

Qual a diferença entre porcelana, faiança e barro?+

A porcelana é uma pasta branca, translúcida e sonora, cozida a alta temperatura (caulino). A faiança é cerâmica de barro vermelho ou creme coberta por esmalte estanífero branco, opaca e mais frágil. O barro tradicional é cerâmica de argila cozida, muitas vezes sem esmalte ou com coberturas simples, como as peças populares de Rosa Ramalho e Estremoz. Todas têm valor de coleção quando antigas, marcadas, assinadas ou de proveniência conhecida.

COMPRAMOS PORCELANA, FAIANÇA E BARRO ANTIGO

Tem peças antigas para vender?

Envie-nos fotografias pelo WhatsApp para uma primeira análise. Se as peças tiverem interesse para compra, entraremos em contacto consigo para apresentar os próximos passos.

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